Final do -futebol 5 e Triatlo

Hoje, dia 30 festejamos o Dia da Criança no Parque da Cidade de Barcelos, com futebol 5 (masculino e feminino) e triatlo.

Fizemos vários jogos e ficámos em 3º lugar em futebol 5 masculino. Recebemos uma taça e medalhas, as meninas receberam medalhas e uma taça de participação, assim como os meninos do triatlo. Parabéns a todos, fizeram o melhor. Todos os meninos da escola receberam uma camisola, um boné e o respectivo lanche que a Empresa Municipal do Desporto ofereceu.

Turma 10

Palestra
 
Hoje, dia 7 de Março de 2008, o ilustrador Gémeo Luís e o escritor Eugénio Roda vieram à nossa escola fazer uma palestra, na cantina. Como chegaram cedo vieram à nossa sala ver os nossos trabalhos e conversar um pouquinho, somos uns sortudos. Quando se estavam a apresentar trocavam de lugar e brincavam para nós descobrirmos que era quem.
O Eugénio Roda leu-nos a história do Ssschlep, o seu livro a história estava ao contrário e mudava de óvulos consoante as cores do livro ou o que queria ler. Por vezes interrompia a história e nós continuávamos.
No fim de contar a história, nós tínhamos umas perguntas para fazer. As perguntas eram sobre o seu trabalho e sobre a vida deles. Por exemplo: 1- Como escolheram os pseudónimos? 2- Gostaram de viver em Macau? 3-Nas histórias brincam com as palavras, porquê?, entre outras.
O Gémeo Luís e o Eugénio Roda respondiam ambos às perguntas e tornou-se um pouquinho longo.
Na 1ª pergunta o Gémeo Luís respondeu que o pseudónimo dele foi fácil, porque tinha um irmão gémeo e desde pequeno lhe chamavam assim e Emílio Remelhe tinha várias versões para o seu que era Eugénio de ingénuo e Roda porque tinha muitas ideias na cabeça e elas rodavam. O Luís Mendonça brincou e disse que era Eu (Emílio) e génio de ser um génio, especial. Se gostaram de viver em Macau ambos disseram que sim que foi uma experiencia nova e que foram fazer parte de uma nova escola que abriu em Macau. Sobre brincar com as palavras são jogos onde se aprende novos significados. Eles respondiam de uma maneira diferente que nos levava a pensar o que queriam dizer.
Durante a entrevista disseram para fazermos duas experiencias: uma era ter sempre um dicionário ao nosso lado e descobrir novas palavras, outra era desligar a televisão, olharmos para ela e inventar histórias.
Também, o Emílio Remelhe nos contou que andou a estudar com a nossa professora e que um dia apanhou com a régua porque se distraiu. Ele era bom aluno, mas apanhou na mesma. 
Quando terminou a palestra vieram para a nossa sala dar autógrafos, aos meninos/as que compraram livros.
O autógrafo do Gémeo Luís é uma ilustração e escreve a dedicatória ao contrário. Uma forma muito original e que nós gostamos muito.
Contaram-nos que gostavam muito de viajar, porque aprendiam muito e que o melhor prémio que receberam, era estar connosco, sentir que gostávamos das suas histórias e que gastávamos de ler.
 
“Aprendi com a história do Ssschlep, de certeza, vou comer a sopa toda.” Pedro
 
“Gostei da palestra porque gosto de ler, escrever e ilustrar.” Tânia 
 
“Eu gostei do autógrafo que o Gémeo Luís me deu.” Diana


Mentiras:

A mentira tem pernas curtas
Apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo
A mentira corre mais que a verdade
A mentira é como uma bola de neve; quanto mais rola, mais engrossa
A mentira só dura enquanto a verdade não chega
A mentira monta na garupa da dúvida
Atrás da mentira, mentira vem
Com uma mentira se apanha uma verdade
Mente bem quem de longe vem
A corda da mentira é muito curta 


Verdade:

A razão e a verdade fogem quando ouvem disputas.
A verdade é como o azeite: Vem sempre ao de cima.
Quem confessa a verdade, não merece castigo.
Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade.
Onde falecem as verdades, prevalecem os enganos.
Quem diz a verdade, não merece castigo.
Nem todas as verdades são para serem ditas.
A verdade é manca, mas chega sempre a tempo.
A verdade, ainda que amarga, se traga.
A verdade é dura nos vícios e doce nas adversidades.
Verdades há como estrelas, que só se avistam nos céus.
A verdade com o tempo se descobre.
A verdade existe, só se inventa a mentira.
A verdade pode ser combatida, mas não vencida.
Verdades há que amargam como fel e mentiras que têm o sabor do mel.
A verdade é como o azeite, mais cedo ou mais tarde vem à tona.
Nem todas as verdades são para todos os ouvidos.
A verdade dispensa enfeites.
Onde há verdade, não há dificuldade.
Compra a verdade, mas não a vendas.
O sol da verdade tem seus dias e suas noites.
Calar a verdade é enterrar ouro.
A verdade contenta-se com poucas palavras.
A verdade só se envergonha de estar oculta.
A verdade é clara; a mentira é sombra.

Outros:
A necessidade faz o… ladrão
Árvore velha, não se…transplanta
Cada cabeça, cada…sentença
Cada maluco com a sua…mania
Boa forma granjeia, quem não diz mal da vida…alheia
Com papas e bolos se enganam os…tolos
Candeia que vai à frente alumia duas…vezes


TURMA 6

 

Trabalho realizado sobre o "Principezinho", após a ida ao teatro.

Trabalho realizado pelos alunos sobre o Magusto da nossa escola.        


Trabalho realizado pelos alunos no dia 31 de Outubro, sobre o "Dia da Bruxas".

 


TURMA 7 

Ida ao Teatro Rivoli para assistir para assistir à peça: "O Principezinho".

       
      

Festejou-se o Magusto na escola de Alvelos.
 
           O magusto na escola
 
Na sexta-feira dia 9 de Novembro festejou-se o dia de S.Martinho na escola de Alvelos.
Todos os meninos partiparam no  magusto que foi feito no recreio da escola.
No recreio, fez-se   uma pequena fogueira 
com caruma onde se assaram castanhas e alguns alunos  saltaram    à fogueira.
Foram distribuídas castanhas a  todos os alunos acompanhadas de um sumo.
Os meninos saborearam as castanhas e cantaram canções alusivas ao dia.
Quando a fogueira estava apagada ,alguns meninos enfarruscaram as suas caras com a cinza.
Em seguida, fizeram-se alguns jogos e muitas brincadeiras entre todas as turmas.
O magusto da nossa escola foi espectacular. 
 
 Texto colectivo


O Outono é uma das estações do ano, leiam este pequeno texto sobre ela.
 
O OUTONO
 
O Outono é uma estação do ano.
No Outono fazem-se as vindimas e desfolhadas.
No Outono há muitas nozes e eu gosto muito.
Nesta época festeja-se o dia de S. Martinho, dia 11 de Novembro.
No Outono caem muitas folhas vermelhas, amarelas e castanhas.
As árvores têm muitos frutos : diospiros, romãs, nozes, figos, 
castanhas e eles são deliciosos.
No Outono comem-se muitas castanhas em casa.
Eu gosto muito do Outono porque caem as folhas das árvores.
 
 André Filipe
 
Texto : “ O cão”
        
O cão é um animal doméstico . Ele tem duas orelhas, quatro patas e
focinho. O pêlo do cão é        
curto ou comprido .
O cão come muita comida: arroz , massa ,carne.
O cão vive na casota ou na casa do dono.
O cão guarda a casa do dono .
Eu tenho um cão, ele chama-se Pantufa. O meu cão tem o pêlo
castanho clarinho e é pequeno .
O meu cão ladra muito, eu gosto de brincar com o meu cão.
 Ana Rafaela 


resumo da história.
 
História : “ O corvo e a raposa”
Era uma vez   um   corvo que roubou um pedaço de queijo. O
corvo queria comer o queijo 
descansado e foi para cima de uma pereira. De repente apareceu
uma raposa que queria comer o
queijo e começou a elogiar o corvo e disse-lhe:
-Senhor corvo pode cantar para eu o ouvir ,a sua voz é tão bonita.
O corvo todo vaidoso começou a cantar e o queijo caiu da boca e foi
parar à boca da raposa.
O corvo ficou a chorar e a raposa a rir.
Francisca               
                                                                 

 O cão é o melhor amigo do homem.

TURMA 8

 

         Ilustração da peça de Teatro "O Principezinho"

        

 

           


         Dia de S. Martinho - registo da lenda.

Lenda de S. Martinho

Num dia de temporal ia Martinho no seu cavalo quando encontrou um mendigo Martinho era um soldado romano muito mau. Nesse instante ao ver o mendigo, Martinho desceu do cavalo e com a espada cortou a sua capa a meio.
Pegou nessa metade e deu-a ao mendigo.
Nesse momento o Sol brilhou, o dia ficou quente e o temporal passou.
O mendigo era Deus que fez o milagre de tornar Martinho num soldado bom.
António José

                        


A estação do ano em que estamos.

 

 


O Outono

No Outono há muito frio.
O vento sopra forte.
Comem-se castanhas.
Cai chuva do céu.
Caem as folhas das árvores.
As pessoas vestem roupas quentes.
Nos campos vindimam-se e colhe-se o milho.
As andorinhas vão se embora para África.

Rafaela e Alícia

             


As profissões - registo de uma profissão.

O QUE QUERO SER QUANDO CRESCER

Quando for grande quero ser pediatra, porque gosto de bebés.
Quando estou doente a minha mãe leva-me ao Doutor Cordeiro.
Ele trata de mim e é muito meu amigo.
Quando crescer quero ser como ele, tratar todas as crianças para que possam ser saudáveis e
felizes.
Eu sei que para ser médica vou ter que estudar muito e estar muito atenta.
Já prometi à minha mãe que me vou esforçar bastante.

Mariana                   

  Rúben


 

 

 TURMA 9 A ida ao Teatro Rivoli - Porto

         

                                    A nossa visita de estudo
 
 No dia vinte e seis de Outubro fomos de autocarro ao teatro Rivoli no Porto. Fomos ver o espectáculo ao vivo do Principezinho de Filipe La Féria.
 A primeira cena foi a do avião a despenhar-se no deserto. O aviador ficou completamente desorientado e sozinho. De súbito, apareceu um menino com cabelos loiros chamado Principezinho. Ele pediu-lhe que desenhasse uma ovelha e o aviador fez-lhe a vontade. Estabeleceu-se entre eles uma linda amizade. O Principezinho contou-lhe a longa viagem que tinha feito até chegar ali. Ele passou por vários planetas: o do bêbado, o do homem de negócios, o do geógrafo, o do homem dos candeeiros , o do vaidoso e do Rei. Depois, conheceu a raposa com quem criou laços de amizade. Também tinha uma amiga especial que era uma flor. Ele tratava-a muito bem.
 A mensagem da história é que o essencial é ver o mundo com os olhos do coração. É importante ter amigos e saber cuidar deles. Adoramos o espectáculo. 
 

Texto colectivo

                              Painéis sobre a história: "O Prinicipezinho"

 

      

 

        

             

Revivemos tradições na Escola

 

O nosso magusto
 
   Nós festejamos o magusto na escola na passada Sexta-feira, dia nove de Novembro. Alguns meninos trouxeram caruma para fazer a fogueira. Nesse dia, fizemos textos, a lenda de S. Martinho, aprendemos canções e provérbios. Também construímos uma caixa para as castanhas e pintámos gravuras da festa das castanhas.
   Lá fora fizemos uma grande fogueira e assámos as castanhas. Estavam quentinhas e deliciosas. Foi um consolo comê-las. Saltamos a fogueira e ensurrascámos as caras.
    Foi um dia diferente e muito divertido. Houve muita animação. 
 
         
        
Se eu fosse uma castanha …
 
          Se eu fosse uma castanha morava numa árvore chamada castanheiro lá no alto.
            Eu era redonda como uma esfera.
            Eu chamava-me Jorge.
            Eu gostava de me atirar lá do cimo da árvore engalhada numa folha.
            E depois passeava muito para ver coisas maravilhosas.
            Gostava de ver pessoas alegres e felizes a conversarem.
            Eu gostava de ver muitos meninos juntos a brincar.
           Agora vou para a minha casa descansar para amanhã estar espertinha.
           Vou dormir, até amanhã. Quando acordei lembrei-me que não gosto de poluição!
           A poluição polui muito a natureza.
           É por isso que eu não gosto.
           Eu tenho um desejo que era acabar com os estragos no Planeta Terra.
            Tiago José

      

 

                 O Outono e as folhas
 
           Nós no Outono, às vezes, tomamos chocolate quente.
           No Outono apetece ficar em casa ao quentinho a descansar.
           As cores das folhas são amarelas, acastanhadas, escarlate e esverdeadas.
           O Outono para mim é bonito e colorido
           O vento sopra devagarinho. Eu gosto do Outono.
           As árvores é que dão as folhas coloridas do Outono.
           Gosto do Outono porque é brilhante e cintilante.
           O céu fica nublado e lindo.
           As árvores são bonitas e brilhantes como o céu.
           Os caçadores andam a caçar no Outono.
           No tempo de Outono as castanhas comem-se.
 
                               O Outono
 
No Outono parece que vejo folhas a bailar. A cor delas alegra-me.
O vento desanima-me mas quando vejo as lindas cores das folhas animam-me.
Estou sempre com a sensação do Natal.
O Outono para mim é a melhor estação do ano.
As folhas de Outono são a melhor sensação desta estação.
No Outono as estrelas e a lua parecem que brilham mais.
Ele é interessante por causa do halloween e do magusto.
As castanhas do Outono são maravilhosas.
Nas lindas noites longas do Outono eu adormeço cedo. É bom!...
O meu irmão gosta de vir para o meu colo quentinho.
De vez em quando no Outono eu tomo banho com ele.
Eu gosto do Outono porque a natureza está mais colorida.
 
Tiago Filipe    

        Construímos fantoches com o objectivo de desenvolver o gosto pela escrita e pela leitura.
        História inventada.
 
O desaparecimento do Renato
 
 Era uma vez um grupo de fantoches que vivia numa floresta encantada. Eles eram todos muito amigos. Eram bem-dispostos, brincalhões e gostavam muito de jogar ás escondidinhas. Viviam muito felizes.
         Um dia, o mais novinho que se chamava Renato saiu de casa e nunca mais apareceu. Os amigos ficaram muito preocupados. Então, o mais velho que se chamava Luís teve uma ideia e disse aos outros:
         - Estou muito desanimado com esta situação. Temos de procurar o Renato. Temos de agir e ter calma.
        Todos os amigos disseram em coro:
         - Não podemos ficar aqui parados. Temos de ir procurá-lo. Temos de ser corajosos.
        De seguida, foram investigar o que se passava. Saíram de casa e foram pela floresta fora. De repente, caíram num buraco negro e muito fundo. Quando pararam viram uma cidade encantada. Ficaram muito admirados porque ganharam vida. Abriram bem os olhos e verificaram que tinham movimento. Começaram a andar e viram uma pegada do Renato. Seguiram-na e encontraram a casa de uma bruxa. Eles espreitaram pela janela e viram o Renato preso com umas correntes. Entretanto, apareceu a bruxa e entrou em casa. Eles ficaram a observar atentamente todos os passos que ela dava.
       Então, eles tiveram uma ideia brilhante. Fizeram uma flecha, injectaram veneno e atiraram à bruxa. Ela desmaiou e eles conseguiram salvar o Renato. Pegaram na vassoura mágica e voaram até à casa deles. Ficaram muito felizes e fizeram uma grande festa.
 
Texto colectivo
           

Começamos o ano lectivo com alguns lemas:
Ouve cem vezes fala uma só.
Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje...
Um sorriso vale um milhão quando vem do coração...

 TURMA 10



A quinta das maluquices
Um palhaço, que trabalhava no circo Giroflé, quis mudar de vida, indo para uma quinta com o nome de “Quinta das Maluquices”, onde habitavam animais sensacionais, espectaculares, maravilhosos, esplêndidos!!!
Todos os animais falavam. O que é uma coisa espantosa! Um tinha 8 patas, 2 cabeças e 2 caudas, por isso chamavam-lhe Duplo. Também havia uma galinha resmungona que se chamava Margarida; um galo vaidoso chamado Francisco; uma pata e um pato muitíssimo cuidadosos com o nome de Ana e Bernardo; um cavalo e uma égua que estavam sempre prontos a ajudar, chamados Márcio e Márcia; uma vaca e um boi, sempre a criticar, que se chamavam Filipa e Renato; uma ovelha e um carneiro que estavam sempre a dar bons conselhos, com o nome de Sofia e Leandro; um passarinho muito querido que se chamava Isabel e por fim um gato e um cão que andavam sempre à bulha, esses chamavam-se Dora e Miguel.
Um dia a Márcia acordou aos gritos, dizendo:
-Au, ai, ei, que é que me está a atirar ovos?!!
Toda a quinta acordou com os gritos de Márcia, e disseram em coro:
-O que se passa?
-Alguém me atirou ovos?! - respondeu a Márcia.
-Pois, pois. Tu estavas era a sonhar!!!- disse o Renato.
-Renato, não devias ser assim! - exclamou a Sofia.
-Esperem!!!- gritou a Isabel.
-Porque é que nós não resolvemos isto sem discutir!
-Boa ideia, Isabel!!!- concordaram todos.
Nesse instante, a Ana reparou que a Dora não estava lá. Então a Isabel sobrevoou a quinta, e encontrou-a debaixo de uma macieira a rir-se. Isabel foi para o lado dela, e perguntou-lhe:
-Porque está a rir?
-Porquê? Porque, atirei ovos à Márcia. Ah!ah! Agora vês, porque me rio. - respondeu a Dora.
-Claro que estou a ver, o que tu fizeste foi muito feio. Agora anda comigo.- disse a Isabel.
Quando chegaram ao estábulo, onde estavam os outros animais, a Isabel explicou tudo o que se tinha passado, a Margarida disse muito resmungona:
-Tu partiste-me os ovos todos, para teu castigo, esta semana vais limpar a capoeira.
-Apoiado, acho muito bem!- disseram o Francisco e o Renato.
De repente, o palhaço que era o dono da quinta apareceu para dar de comer aos animais, como era costume, ordenhou a vaca Filipa. Logo que o palhaço foi embora, a Filipa disse:
-Já estou farta!!!
-Então porquê? - perguntou o Duplo.
-Estou farta de ser ordenhada.
-Então, quando me tiram a lã! - disse a Sofia.
-E, eu de por ovos! - continuou a Margarida.
-Eu que tenho de acordar sempre primeiro e cantar! - disse o Francisco.
-Nós que temos de fazer corridas!- exclamaram o Márcio e a Márcia.
-Vocês têm razão! - concordou a Filipa.
No dia seguinte, quando acordaram, foram à horta e viram que as cenouras estavam comidas, lá perto havia uma toca. De repente da toca saiu um casal de coelhos, que disseram:
-Olá, nós somos os coelhos saltitões e adoramos cenouras!!!
Todos ficaram espantados com os coelhos e perguntaram como eles se chamavam:
- Chamo-me Diana.
-Eu Carlos.
Nesse momento chegou o palhaço, que todos os dias ia à horta recolher os alimentos, viu os coelhos e levou-os até à quinta. A partir daí ficaram amigos.
À tarde organizaram uma festa para a Diana e para o Carlos, foi muito divertido.
Passaram-se meses. O palhaço viu os seus animais a fazerem um número maravilhoso.
O palhaço mandou construir um circo na quinta e fazer com os seus animais os melhores truques.
Todos os anos, todos os meses, todas as semanas, todos os dias o circo recebia milhares e milhares de pessoas.

Adriana Patrícia Remelhe



Os alunos do 4º ano prepararam os temas: História Local (Alvelos e Barcelos) e História de Portugal (primeiros povos), de seguida apresentaram à turma o seu trabalho, em diferentes formatos.

Trabalho colectivo

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Os Magníficos gostam muito de ler histórias e inventar poesias. A partir da poesia da Luísa Ducla Soares inventaram o abecedário dos Magníficos.
Abecedário Maluco dos Magníficos
A é Alvelos é rico em caramelos
B é uma bicicleta que ficou sem o atleta
C é a Celina come sempre a gelatina
D é a Diana anda com uma iguana
E é a ervilha anda sempre com uma pilha
F é o frigorífico anda sempre num quispo
G é o gato afia as unhas no prato
H é o Hugo anda sempre com o burro
I é o Ivo toca sempre o sino
J é o João anda sempre com um balão
L é a lua anda sempre na noite escura
M são os magníficos andam com ideias do disco
N é o Nuno anda sempre com um canudo
O é o Orlando anda sempre com um bando.
P é papa anda sempre com uma capa.
Q é o quintal anda sempre com vegetal
R é o rato foge sempre do gato
S é a Sónia anda sempre com uma demónia.
T é as tartarugas andam sempre às turras
U as uvas andam sempre com as cubas
V é a vaca anda sempre na arca
X é a Xina é anda sempre com a cartolina
Z é a Zeza anda sempre sem cueca.

Trabalho de grupo Turma 10 EB1/JI Paço Alvelos
Podes conhecer os nossos trabalhos em http://magnificos06.wordpress.com e escutar a nossa participação em http://www.recursoseb1.com/eraumavez
Trabalhamos a fábula: "O corvo e raposa" e no final fizemos um