As nossas actividades

 

TURMA 6

 
Festa de final de ano
Cantamos, contamos os números em inglês e fizemos uma marcha.
  
 
              
 
 

 

 
 
Teatro: Tristão e Alegrão na praia
  
                    
 

 

 
 
  Teatro: O seixo branco
     
        
 

 

 
 
O coelho
O coelho é branco.
O coelho come cenoura e couves.
O coelho vive na horta.
O coelho é orelhudo.
O coelho salta muito.
A avó tem um coelho.
O coelho brinca com os coelhinhos.
O coelho tem o corpo coberto de pêlo.
Ana Rafaela

 

 
 
 
       
 
 

 

         

 



TURMA 7

Festa de final de ano
O final de ano chegou ao fim com uma festa fantástica. Os Professores das AEC ensaiaram e nós fomos actuamos.
A reportagem...
 
 

 Workshop
Na nossa escola, dia 4 e 5 de Maio, funcionou um workshop “Acções de dinamização ao uso das TIC” , organizado pelo Gabiente de Informática da Câmara Municipal de Barcelos.
O resultado do nosso trabalho.
 
O robot do Tó Zé (1º ano).
 
Os Ecopontos da Alicia e da Marina.
 
O Ciclo da Água em powerpoint, pelos alunos do 4º ano.   
 
 
 
 

 
As nossas experiências
 
Vaporização Rápida 
 
Ebulição
 
A água que estava a ferver dentro da panela evaporou rapidamente e foi para a Atmosfera.       
 
                      
               
Vaporização Lenta
 
Evaporação
 
A água que estava na roupa a secar evaporou lentamente e foi para a Atmosfera.
 
Ariana Remelhe 4º ano
 
 
                      Um circuito eléctrico simples
                 
                                
Material
 
-Papel de alumínio
-Lâmpada de lanterna
-Pilha de 1.5v
-Fita cola
-Mola de madeira ou de plástico
 -Objectos metálicos colheres…
-Objectos não metálicos lápis, rolha…
 
1º -  Corto dois pedaços rectangulares de papel de alumínio;
2º - Dobro de modo a obter duas tiras;
3º - Fixo as tiras de papel de alumínio às extremidades dos pólos da pilha com a fita-cola;
4º - À volta do casquilho «rosca» de uma lâmpada, enrolo uma das extremidades livres da folha de alumínio. Em seguida seguro com a mola, mas asseguro-me que a parte inferior do casquilho não fique completamente tapada;
5º - Toco com a parte inferior descoberta da lâmpada na outra tira de papel de alumínio. Verifico se a lâmpada acende;
6º - Repte a experiência colocando, um a um, objectos diferentes, sobre a tira de folha de alumínio livre como por exemplo, uma colher metálica, uma rolha…          
Bruno
 
 
A solidificação e a fusão
             
Material:
- Água (gelo) e recipiente.
 Procedimento:
1.Coloca o pedaço de gelo numa taça.
2.Coloca a taça ao Sol ou simplesmente fora do frigorifico.
Conclusão:
Por acção do calor ,a água passou do estado sólido ao estado líquido. É a fusão.
Isa  
 
Motor e pilha
 Material:
-Uma tábua
-Duas pilhas AA
-Fio eléctrico
-4 Pregos
-Um motor pequeno (no caso se não
Tiveres um motor pequeno utiliza
Uma lâmpada).
  
Gabriel
 
 
 
Repuxo
                                   Material
-Garrafa de plástico sem fundo
-Rolha perfurada
-tubo de borracha (mangueira …)
 -Fio ou arame fino.
Hugo
 
          
 
 
 

 
Ida ao teatro
Na sexta-feira fui ao Salão Paroquial de Carvalhal assistir a uma peça de teatro.
Fui com os meus amigos e a minha Professora.
Nesta ida ao teatro gostei muito das brincadeiras dos actores.
Gostava de ir mais vezes ao teatro, diverti-me muito.
Mariana Fernandes 1º ano
        Isa 4º ano
 
 

 
 Trabalho de grupo
 
A nossa maquete
             Pormenor da maquete.
 

                                  
 Arte
 
Os alunos do 1º ano e os alunos do 4º ano estiveram a decorar peças em barro.
O material utilizado foi: peças em barro, tintas e sementes.
                           
                                  

 
              Os nossos trabalhos de Expressão Plástica dos Manuais escolares (1º ano).
                                
 
                      
 

 
 
Olá! Eu sou o número 22.
Eu vivo no Brasil e jogo na Selecção Brasileira.
- Sabem onde vivo?
- Na camisola do Ronaldinho.
Eu gosto muito de andar nas camisolas dos jogadores de futebol, ando em muitas camisolas de jogadores, vou mudando de dono.
Por vezes fico cheio de lama quando eles aterram, ou alguém malandro lhes trava a jogada.
Bruno 4º ano
                   
         
                                
Eu gosto mais do meu vizinho 30, ele é parecido com uma lomba e um uma bola.
O número 31 vive no Oceano e o número 32 vive na Serra da Estrelas.
O algarismo 3 é parecido com círculos muito redondinhos, é bonito, um bocado gordo. O algarismo 3 se lhe juntarmos mais algumas linhas, torna-se no número (oito) 8.
O algarismo 1 é bonito e magro, elegante.
O 3 e o 1 quando estão juntos são muito divertidos, brincam muito e são grandes amigos.
Os dois nunca se separam, senão não era o trinta e um, têm uma amizade muito profunda.
Ariana 4º ano
              
- Olá, conhecem-me? Não, claro que não!
- Pois eu sou o número doze, o décimo segundo e podem –me conhecer com esta descrição: alto, cor azul, magro e um pouco redondo, com uma curva nos pés.
Os meus vizinhos são o11 e o 13. O 13 é engraçado e diz sempre piadas, é muito manhoso, às vezes dá sorte e outras azar.
O número 11 é mais sério e tem queda para polícia, mas às vezes diz umas piadas.
Ambos são magros, fãs da bola como eu.
Vivemos no Brasil, um país quente e com grandes jogadores de futebol, craques!
Adoro comer frutos tropicais como: papaia, coco, mangas… que delicia.
Gabriel 4º ano
 
                 
Eu sou o número 28 os meus vizinhos são o vinte e sete e o vinte e nove. Eu moro nas linhas do caderno da Adriana.
Eu fiz uma viagem a França, fui visitar Disneyland Paris e como me diverti.
Fui à Torre Eiffel, subi e quando olhei para baixo fiquei feita num oito. Tudo era tão pequenino e bonito visto de lá de cima.
Depois vim para Portugal e comecei o meu dia a dia.
No dia seguinte, fui para a aula da piscina. O oito ficou a boiar e o dois foi a nadar até ao fundo da piscina.
A seguir fui para casa, tomei banho e fui para a cama porque estava muito cansada.
Adriana 4ºano
 
      
Cu, cu. Eu sou o número 24 o meu vizinho não tem curvas.
Eu vivo em Paris, perto da Disneyland, é uma grande alegria.
Gosto de viver lá, porque vejo todos os dias ao acordar vejo o castelo, onde se faz as gravações para os desenhos animados. Cada personagem tem um número, um deles é o 23, o outro é 25, meus vizinhos.
Quando chegam das gravações contam-me histórias muito engraçadas e trapalhadas que acontecem. Isa 4ºano
                          
 
Olá! Eu sou o número quatrocentos e trinta.
Gosto muito do meu companheiro zero porque é muito brincalhão, faz muitas caretas que me animam quando estou triste.
Eu tenho mais um amigo, não bem amigo porque arma-se em esperto que é o 4.
Mas também às vezes é ele que me interpreta coisas que não entendo.
Uma vez o número quatro começou a gozar com o zero por ele ser tão redondo e  ele virado parece uma cadeira.
Mas penso que o quatro já não é o mesmo.
Até acho que já somos outra vez melhores amigos, pois ele já não goza com o zero.
Hugo 4º ano
 
 
 
O zero vive à beira-mar, o seu amigo quatro vive à direita e o seu amigo três à sua direita.
O zero gosta do 4 porque ele leva-o para todo o lado e também do três porque é um brincalhão.
O quatro queria ser pirata e o zero capitão e o três policia, apesar de diferentes são muito amigos.
O 4 era careca porque os piratas são carecas, o zero cabeludo com um grande laço e redondo e o três com dois lindas lombinhas.
O 403 é um número igual aos outros, mas estão nunca se vão separar.
Ana 4º ano

 
 
                               

                               
 

 
                                                      
 

A velha e o balão
 
Numa floresta muito agreste, cheia de arbustos e rochedos havia uma casita e lá vivia uma velha magra.
Vivia também uma alcateia de lobos que cercava a casa.
Em fins de Junho a aldeia comemorava 250 anos. A velha era a organizadora da festa, não podia faltar, mas com os lobos por perto, tinha medo de ser devorada.
Depois de pensar decidiu ir à festa…o lobo apareceu para lhe perguntar:
- Ó velhinha onde vais? – perguntou o lobo.
- Vou à festa da aldeia, bailar, comer, se quiseres, podes deixar-me ir. No fim, quando voltar estarei mais gorda.
- Então posso deixar-te ir, mas não te esqueças…!
Chegou à festa toda satisfeita, festejou, bailou…mas… mas como ia chegar a casa?
De repente viu um balão vazio, pois o foi logo encher e com um bocadinho de jeitinho saltou lá para dentro.
O lobo que estava à espera reparou num balão e perguntou:
- Balãozinho, balãozinho viste por ai uma velhinha?
O balãozinho respondeu com uma voz grossa:
- Não vi velhinha
Não vi velhão
Sobe sobe balãozinho
Sobe sobe balão.
Os lobos afastaram-se desiludidos. Mas um lobo que estava mais afastado reparou no balão e pensou ver algo e perguntou:
- Balãozinho viste uma velhinha magrinha?
- Não vi velhinha
Não vi velhão
Sobe sobe balãozinho
Sobe sobe balão. 
O balão não aguentou o peso e rebentou, coitada da velhinha, onde foi cair? Em cima de uma égua que desatou a correr, a fugir do lobo.
Numa colina a égua com as patas traseiras levantou a velhinha e parou em frente à sua porta.
A velhinha ficou feliz e contente por se ter salvo.
 
Gabriel  4º ano
                 
 
 
                    O milagre das rosas
 
Um dia no reino de Portugal, um homem do Paço foi falar com D. Dinis, rei de Portugal. Ele contou-lhe que a sua mulher D. Isabel, mais conhecida por Rainha Santa Isabel andava pelo país a distribuir ouro e prata aos pobres.
D. Dinis exaltado disse que no dia seguinte iria surpreendê-la, indo ao encontro dela logo de manhã cedo. 
Assim aconteceu, D. Dinis logo cedinho apareceu a D. Isabel,era manhã de Janeiro. Fazendo-se encontrado D. Dinis surpreendeu-a, logo a Rainha Santa ficou muito branca tal foi o susto.
D. Dinis perguntou-lhe:
- O que fazeis aqui pela manhã?!
- Vou armar os altares da igreja da Santa Cruz. – respondeu D. Isabel
- E… o que levais no regaço? - perguntou D. Dinis.
- Senhor, são rosas. – respondeu a Rainha Santa
- Sem dúvida! Quereis me enganar. Rosas em Janeiro?!!- disse D. Dinis
- A Rainha de Portugal não mente, meu rei. – respondeu D. Isabel
Lentamente largou o regaço e as rosas caíram. Toda a gente ficou espantada ao ver a linda chuva de rosas.
 
Gabriel 4º ano
 
 


 

 
  

Provérbios
 
  1. Em Maio com sono caio, em São João por esse chão.
  2. Em Maio gradai-o.
  3. Em Maio há muito ceifão, mas em Junho e que se vê eles quem são.
  4. Em Maio nem à porta de casa saio.
  5. Em Maio o rafeiro é galgo.
  6. Em Maio onde quer eu caio.
  7. Em Maio verás a água com que regarás.
  8. Maio ventoso, ano famoso.
  9. Maio coveiro não é vinhateiro.
  10. Maio faz o pão e Agosto o milhão.
  11. A chuva de S. João faz beber o vinho e comer o pão.
  12. Chuva em Junho peçonha do mundo.
  13. Em Junho foice em punho.
  14. Entre António e João planta teu feijão.
  15. Feno alto ou baixo em Junho é segada.

 


 

TURMA 8

     Terminamos o ano lectivo com uma grande festa: cantámos, dançámos e fizemos uma marcha.
 
 
 

 
No dia da Criança divertimo-nos muito!...
Fizemos doces e pipocas
 
Doces de romaria
 
Ingredientes:
Bolachas
Marmelada
Chá
Açúcar
Limão
Coco
 
Modo de fazer
 
Em primeiro lugar molham-se duas bolachas no chá com acuçar e limão.
Depois põe-se no meio marmelada e passam-se as bolachas no coco. Estão prontos a comer.
 
 
Vimos um vídeo.
   
 

Integrado no Plano Nacional de Leitura trabalhámos várias histórias. Salientamos a história: "O macaco de rabo curtado"   
 
               
 
 

Tema Livre
 
As árvores são verdes
Verdes como uma flor
Flor amarelinha como o sol
Sol brilha como o girassol
Girassol é como um caminho
Caminho da alegria
Alegrias têm as crianças
Crianças lindas como amores
Amores são como as borboletas
Borboletas vermelhas e pretas
Pretas como as paredes
Paredes como árvores verdes
Verdes são as folhas
Folhas amarelas só no Outono
Outono é frio
Frio é transparente
Transparente é a Primavera
Primavera com flores brancas
Brancas são as nossas caras
Caras são lindas
Lindas são as crianças e as rosas
Rosas vermelhas
Vermelhas como as maçãs
Maçãs os meninos gostam
Gostam os meninos de brincar e estudar
Estudar é bom para passar
Passar os TPC que a professora gosta
Gosta a professora que não façam barulho
Barulho é forte
Forte é a árvore
Árvore que nos dá oxigénio para respirarmos
Respirarmos é bom
Bom como os meninos.
 
Luís Filipe Silva Faria 
 

 Dá asas à imaginação
 
                   
                                         

 
                                                            As nossas poesias
                                   
Os jardins 
 Os jardins são coloridos
Com folhas e flores,
Os passarinhos a fazer os ninhos
Vejo os jardins que são meus amores.
             
Milhares de jardins ficam floridos
Que lindos eles são,
Os sapos são jardineiros
Os chilreios da passarada enchem-me o coração.
 
A Primavera é tão linda
Os passarinhos são amarelinhos
Os jardins estão em festa
Todos os passarinhos são pretinhos e bonitinhos.
                      
De manhã oiço os chilreios
Nova vida começou
Os jardins com árvores
                                           O Inverno acabou.
                                           Eu gosto da Primavera
 
                                           As abelhas voam no céu
                                           Fico orgulhoso,
                                           Desta alegria que aconteceu.
 
 
                                         Marcelo Alexandre Alves Campos
 
 
                                Poesia
Borboletas são coloridas
Que belas que elas são,
Como as flores dos jardins
As borboletas enchem-me o coração.
 
As borboletas embelezam
A Primavera fica bonita,
Há borboletas de todas as cores
Elas voam com uma fita.
 
As borboletas
Põem os jardins coloridos,
Borboletas tão lindas
São tão belas.
 
Borboletas brilhantes
Como os passarinhos,
Voam nas minhas mão
São lindas e dão carinhos.
 
Eu gosto do meu jardim
Porque há borboletas no ar,
Ele cheira muito bem
Sinto o cheiro sem me fartar.
 
Vanessa Isabel Dantas Faria.
 
 
 
 As Flores
   As flores dão cor ao mundo,
   E enfeitam o jardim,
   Eu gosto de rosas
   E até alecrim.
  
   Lindas flores,
   Fui ao jardim colher,
   Para a minha mãe
   Na jarra as meter.
 
   Eu gosto de cheirar flores,
   E colhê-las também,
   Faço ramos bonitos
   E ofereço à minha mãe.
 
   As flores são belas,
   As flores são perfumadas,
   Tão bonitas que elas ficam
   Nos jardins plantadas.
 
                                             Eu gosto de ver o meu jardim,
                                             E de ver as minhas flores,
                                             São tantas e tão bonitas
                                             As suas cores.
  
                                           Ana Filipa Carvalho Fernandes
 
 
 
As rãs
 
 
As rãs na Primavera voltam
Coaxam com a sua melhor voz.
E têm um som belo
Até têm vontade de saltitar.
Ainda dá vontade de ter duas rãs na mão.
Vivem nos charcos
E são verdes.
Eu lá em casa tenho quatro rãs.
Às vezes dá vontade de rir quando saltitam.
Nunca hei-de matar um animal destes.
Amo-as do fundo do coração.
 
Bruno Miguel
 
  

 
A nossa visita à Biblioteca…
                       
 
      No dia 24 de Abril fomos de autocarro à Biblioteca Municipal de Barcelos. Alguns meninos da nossa escola dramatizaram a história do Seixo Branco. Eles tiveram muito êxito. Depois a escritora Maria do Pilar Figueiredo falou connosco. Nós fizemos uma entrevista e a escritora respondeu-nos com muita simpatia. Ela escreveu autógrafos nos nossos livros.
A ida à Biblioteca foi muito importante porque contactamos com uma escritora e com livros.
Gostamos muito desta experiência!...
 
Trabalho colectivo

Tempo de Outono...
 
História inventada
 
 
 
                
 

 
          Festejamos o Dia das Bruxas

              
 Texto colectivo
         
                
 
          

                    Tempo de Inverno
 
O Inverno
Ó Inverno és bom
És frio e chuvoso
És uma estação que vive sozinha e com neve.
És muito rigoroso
Há vento em ti
E trovoada também,
Gosto muito de ti
Nunca mais te vou perder
Vais ficar sempre comigo
Até eu adormecer.
 
Marcelo
 

O Inverno é bom
É muito frio
Fazes um corrupio
Os pássaros têm asas como neve
Ficam frios como gelo.
No Inverno não há sol
Eu não gosto de ti!
Nem aqueces uma janela
Nem os pássaros que pousam
Até as árvores ficam sem folhas.
 Rei és tu meu amigo
Do vento, do pedraço
Quando cais aqueces o meu regaço.
 
Álvaro
 
 


 
Os meus segredos
A minha novela favorita é a Floribella.
A minha melhor amiga é a Ana F.
O meu clube é o Porto.
O meu esconderijo favorito é o monte.
Eu gosto de estar em Nazaré.
Eu quando for grande quero ser professora de piscina.
 
 
Ana Martins
 
 
A ndré brilha como o sol
N ascido em Janeiro
D epois do levantar do caracol
R ápido como um guerreiro
E sperto para ser o primeiro.
 
Poesia dedicada ao meu irmão
Tiago Filipe
 
 
Tenho esperteza
Invento coisas
Amo a imaginação
Gosto do que invento
O meu sonho é ser amigo do fundo do coração.
 
Tiago Simões 2ª ano
 
 

 
 

 


 
A Dama das folhas
 

TURMA 9

 

Final do ano

 

 
 Recebemos um diploma.
 

 

O resultado do trabalho realizado nas TIC e na Expressão Plástica deu origem a um livro personalizado. O nosso 1º livro.

 


 
Uma flor com asas
 
Um dia nasceu uma flor,
Mas ela era diferente das outras.
 
Essa tinha uma coisa que
Nenhuma flor tinha…asas.
 
A flor saiu da terra e começou
A voar como os pássaros.
Ela ficou tão feliz
Que nem conseguia acreditar.
 
A flor viu aldeias, florestas, prados,
Cidades e muito mais.
 
Quando chegou novamente
Onde nasceu contou às outras
Flores o que tinha visto.
 
Um dia uma flor
Perguntou-lhe como ela conseguia voar,
E ela disse:
 
-Tens de ter asas como eu…
-Mas eu levo-te a voar comigo.
 
E lá foram elas pelo ar
A voar
Quando chegaram, todas as flores queriam voar,
E a florzita lá as levou a voar.
 
 Adriana Patrícia 
 

 
         
Os alunos do 2º e 3º ano no início do ano lectivo construiram um blogue.
 
As experiências, as aprendizagens, os contactos estabelecidos através do blogue e a colaboração com outros blogues, reflectem-se neste portefólio digital.
Todos os alunos estão de parabéns. 
                                                                     
          

 
            
 
                             Tristão e Alegrão na praia
 
A nossa escola foi assistir ao teatro ao salão Paroquial de Carvalhal.
A peça de teatro tinha as personagens: o Tristão e o Alegrão e passava-se numa praia.
O Tristão era um palhaço que não que não tinha dinheiro e Alegrão era uma pessoa muito rica e egoísta.
O Alegrão estava na praia a comer 2 gelados, sem fazer nada.
O Tristão vendia balões , mas ainda não tinha vendido nenhum. Não tinha dinheiro, para comprar gelados.
O Tristão pediu-lhe um gelado, mas como o Alegrão era muito egoísta não lhe deu.
Entretanto chegou uma turista que lhe comprou dois balões.Agora, ele já tinha dinheiro.
Quando a vendedora de gelados chegou, Tristão comprou-lhe um gelado.
O Alegrão já tinha comido dois e queria outro. Mas agora era ele que não tinha dinheiro.
Pediu ao Tristão, mas ele fez-lhe o que Alegrão lhe tinha feito. Não lhe deu nada.
Aprendi que nós devemos partilhar as coisas com os outros.
Diana
 
A peça de teatro: OTristão e o Alegrão na praia
 
Hoje no dia 11/5/07 fomos ver uma peça de teatro a Carvalhal, chama-se o “Tristão e o Alegrão na praia”.
O Tristão era um palhaço, com a cara pintada às riscas pretas e brancas. O Alegrão também era um palhaço normal, tipo uma batata vermelha no nariz, os olhos estavam pintados, a boca também e tinha uma peruca às cores.
Vou contar uma parte do teatro.
Era uma vez um palhaço chamado Alegrão, que foi para a praia e levou uma mala. Abriu a mala, tirou uma toalha de praia, colocou-a no chão para se deitar.
Veio outro palhaço chamado Tristão, com um saco na mão.
Tinha uma barraca abriu-a, pousou o saco, meteu as cadeiras fora, debaixo do pano. Foi buscar o jornal ao e sentou-se na cadeira e ler.
Gostei muito de teatro, porque tinha muita criatividade.
 
Helena
 
Peça de Teatro
 
No dia 11 de Maio fomos ver a peça “Tristão e Alegrão na praia” no salão Paroquial de Carvalhal.
No teatro estava a escola de Carvalhal, sentadas a verem como nós.
A peça era muito engraçada, porque os dois palhaços que eram o Tristão e Alegrão só faziam asneiras.
Para mim o Alegrão era o mais engraçado. Ele começou a chatear o Tristão, porque não tinha gelado, mas no final conseguiu comer mais gelado do que o Tristão.
No decorrer da peça houve a história do Capuchinho Vermelho contada em fantoches.
Adorei ir ao teatro. 
 
Pedro

 
                
     
Sou o número 1, a cor do meu corpo é cor-de-rosa, o 1 parece um anzol.
Nasci no Brasil e vim para Portugal.
Os meus vizinhos são o número 0 e 2.Dou-me bem com os dois.
O que eles mais gostam de fazer é jogar às cartas como eu.
De manhã vejo televisão, à tarde vou jogar às cartas como os meus vizinhos.
Fui escrito muitas vezes mas de vez em quanto safam-me, mas escrevem-me outra vez.
Todos os dias sou escrito e sempre existi, porque os meninos precisam de mim.
Sou o primeiro número.
Helena 3º ano
                                             
 
             
Eu chamo-me nove e sou um número pequeno.
Os meus vizinhos são: os oito e os dez.
Eu dou-me bem com todos os meus vizinhos, eles são muitos simpáticos.
Ás vezes vamos à discoteca, vamos vestidos com casacos de pele, outros ao Macdonalds.
Gostamos de brincar no escorrega e no baloiço. É engraçado fazer todas essas brincadeiras. Quando estou no caderno dos meninos, apagam-me, desapareço é magia!!
Juliana 3º ano
             
Eu sou o 99. Sou o número que está antes do100. Vivo com um gémeo em Espanha e jogo futsal numa equipa que se chama Valência e o nosso salão chama-se Palo. Tenho uma grande casa com piscina e 10 quatros.
Sou preguiçoso. Gosto de comer arroz de feijão.
Tenho dois vizinhos o 98 e o 100, gosto deles porque ajudam-me a treinar futsal. Sou de cor preto e branco, sou alto e magro, muito forte, peso 36 kg e o meu maior inimigo é a borracha.
Pedro 3º ano
               
Eu sou o número 15, sou pequeno e alto, sou gordo, tenho dois algarismos.
Gosto de passear com o 16 (dezasseis), mas menos um pouquinho com o 14 (catorze).
O 1 parece um poste e o 5 com uma barriga grande parece uma mulher grávida.
Gosto de brincar no parque com os meus vizinhos 14 e 16.
Também bem gosto de ir para as contas, jogos e músicas dos meninos.
Na classe das unidades vive o cinco e é muito divertido, pois estamos na janela das unidades e o um na das dezenas.
Como muitas ervilhas e como muita água, senão não consigo engolir.
Gosto de brincar, mas também gosto de dormir.
O 1 gosta da cor verde e o 5 da cor laranja, o 1 gosta de bolas e o 5 de riscas, mas não nos separamos por isso.
Adriana Patrícia 3º ano  
         
Eu sou o número dez (10) pareço um paizinho juntamente com uma laranja.
Os meus vizinhos são o nove e o onze, gosto mais do onze porque tem dois algarismos como eu. Nós dois brincámos muito e tem um algarismo igual ao meu a começar.
Quando estou de folga, gosto de passear.
Vivo no caderno da Ana Rita e sou feliz lá.
Gosto de a ajudar nas contas, quando está atrapalhada.
Ana Rita 3º ano
         
Eu sou o oito.Tenho como amigos, mas os que vivem mais perto são o 7 e o 9.
A minha cor preferida é o cor – de – rosa, pareço duas bolas de jogar futebol unidas.
Eu gosto tanto de ir ao parque com os números sete e nove e fazer uma partidinha.
A minha comida preferida são os gelados de chocolate, por isso sou redondinho.
Sou sozinho, sou um algarismo, não tenho companhia, por isso não sou um número.
Vivo numa vila muito feliz com os outros algarismos.
Célia 3º ano   
                      
Olá! Eu sou o número trezentos e um e os meus companheiros são: o trezentos e o trezentos e dois.
Às vezes vamos passear até às contas: de dividir, somar, subtrair e multiplicar, outras vezes vamos ao supermercado comprar números para trabalhar.
Sou um bocadinho redondo mas também alto.
Vivo numa casa com um empregado e uma piscina. No Verão, convido os meus vizinhos (300 e 302) para brincar e mergulhar.
 
Diana 3ºano
           
Eu moro na matemática. Gosto do meu par o algarismo1, porque ele anda sempre comigo e às vezes diz que eu sou redondo. Formamos o número 21.
Ele vai passear comigo, não me larga, anda sempre ao lado. 
 Jogamos no Brasil e quando damos uma cabeçada na bola, ela vai para fora da cidade.
Somos altos, gordos, tenho umas bochechas redondas, os pés pontiagudos e enormes.
 Orlando 3º ano
            
Eu sou o número dez sou magro e tenho 2 algarismos .
O número um é parecido com o ponteiro de um relógio, o zero é parecido com uma bola de futebol.
O dez fica no meio do nove e do onze.
Na semana passada fui jogar à bola e o resultado foi 1-0 ganhou o Águias.
O dez é o primeiro número que começa com dois algarismos.
Diogo 3º ano
           
Eu sou o 19. À segunda vou brincar no jardim, à terça vou namorar com o vinte, à quarta vou para a piscina, à quinta vou à feira, na sexta vou para a discoteca, no sábado arrumo a minha casa, no Domingo vou ao Macdonalds.
Sou baixo, magro, colorido e tenho uma doença chamada asma, não posso fazer esforços.
Os meus vizinhos são o vinte e o dezoito.
Vivo no caderno da Tânia. Só estou de folga quando a Tânia está doente ou está de férias.
Tânia 3ºano

Hora do conta na Biblioteca Municipal de Barcelos
   
         Adriana Patricia
       
        Ângelo
          
    Célia
 
   
  
   Helena
 

 
           Hora do conto na nossa sala

  
 

 
Como nasceu a alegria
 
Há muitos anos atrás a Terra era um jardim maravilhoso.
            Deus disse ao galo para cantar todos os dias de manhã, logo que o sol aparecesse. Assim os anjos e os elefantes regavam as flores.
As flores eram muito vaidosas e tristes. Elas só pensavam em si.
Certo dia nasceu uma florinha, com uma pétala partida, por um espinho.
As flores vaidosas olhavam para ela com um olhar estranho.
A florinha sentiu-se triste e começou a chorar, a chorar.
A Terra assustou-se com a lágrima, porque as outras flores não choravam.
As lágrimas chegaram: às árvores, às nuvens, aos pássaros, aos anjos e até a Deus, não parava de chover!!
O Sol que era alegre e brincalhão, não aguentou a tristeza e chorou também, o Planeta ficou sombrio.
A florinha abriu os olhos, admirada com todo o carinho que recebia.
A tristeza virou uma espécie de cócegas e começou a rir-se. A sua boca entortou-se para cima, com um largo sorriso e aconteceu um milagre…
A chuva parou.
As flores que eram belas, tristes e não eram perfumadas, a partir desse dia passaram a ser perfumadas.
O perfume é o sorriso das flores.
Nasceu a Alegria.
História de Rúben Alves
 
Texto colectivo
 

 
O gato maltês.
 
Era uma vez um gato maltês.
Miava normal e miava chinês.
Subiu a uma árvore e caiu ao chão.
Tentou outra vez mas deu um trambolhão.
 
Dava banhos de Sol e de Lua,
à beira da porta de rua,
e em cima do telhado.
 
Foi pelo mundo fora,
esqueceu-se da árvore.
E na rua onde morava tudo
o que ficou foi uma rua nua.
 
Viveu sete vidas
Todas de uma vez
Mas continuava a ser,
um gato maltês.
Texto colectivo

 

 
Episódio “O Amigo”
 
 
Era uma vez uma menina que se chamava Joana, brincava no jardim da sua casa.
            O jardim tinha bétulas, cedros, cerejeiras, tílias e plátanos. A Joana brincava debaixo do cedro. Ela construía casas pequenas para anõezinhos.
            A Joana brincava sozinha porque não tinha irmãos, ás vezes vinham os primos e outros meninos. Mas eles não gostavam de brincar com ela no seu jardim.
            Um dia ela encontrou um amigo, quando estava empoleirada no muro.
            Eles cumprimentaram-se. A Joana mostrou-lhe: o pomar, as laranjeiras, o tanque com os peixes vermelhos, a horta, os cães, a casa da lenha onde dormia o gato, as árvores e as flores.
            - É lindo. – disse o rapazinho
            - É aqui que eu brinco! Debaixo do cedro. – disse a Joana.
            Eles foram brincar e construíram a casa do rei dos anões.
            O Manuel contou que vivia no pinhal, numa cabana. Eles eram pobres e o pai tinha morrido quando vivia na cidade.
            A Joana quis saber onde o Manuel brincava.
            - Eu brinco com os animais, as flores, no pinhal e na estrada. – disse o Manuel.
            - Eu não posso sair do meu jardim – comentou a Joana.
            A Joana encontrou um amigo maravilhoso, com um brilho especial.
 
Conto de Sophie Mello Breyner Anderson
 
 
Texto colectivo
 

 

 


 

TURMA 10

Festa de despedida
 
 
 
 
 
 

Poluição
                        

 

 
Vamos salvar o nosso planeta!
 
Apesar de muito se falar, a Terra está cada vez mais poluída!
São as indústrias e os automóveis que não param! É o buraco do ozono que está cada vez maior, provocando muitas doenças.
Fala-se muito em reciclar, mas na verdade as pessoas têm preguiça de separar o lixo!
Mas, temos de parar para pensar! É a nossa vida que está em perigo!
É preciso salvar o planeta!
Para isso vamos começar: a andar mais em transportes públicos e a pé; não deitar lixo para o chão, vamos sim reciclá-lo. Além disso, é preciso cuidar das florestas e por isso temos que evitar os incêndios.
Há muitas maneiras de proteger o planeta, mas não nos podemos esquecer delas!
Vamos salvar o planeta Terra. Ainda é possível!
 
Beatriz
 

 

 
              Animals
          
 
 

 

 

 

 
 
            Tiago Campinho
 
A duna e o mar
 
Era uma vez, uma praia. Essa praia estava dividida em dunas e mar. Nas dunas havia areia seca e no mar havia areia molhada.
Um dia, chegou uma gaivota, que gritou alarmada:
- O mar está a subir! O mar está a subir!
Ficaram todos alarmados.
No dia seguinte, a duna, perguntou ao mar:
- Veio uma gaivota dizer que tu estás a aproximar-te das casas. E qual é a razão?
-É que os icebergues estão a desfazer-se e estão a fazer com que eu chegue às casas. – disse o mar.
E como a areia seca não sabia nadar, a duna teve a seguinte ideia:
- Pedimos à areia molhada que ensine a areia seca a aprender a nadar.
E assim foi. Quando chegou a altura em que o mar subiu todos se salvaram.
E a partir desse dia nunca mais tiveram problemas com o mar.
 
Beatriz

 

 
                                 A CEREJEIRA E O PARDAL
 
Era uma vez, um pardal que queria fazer um ninho numa cerejeira.
Estava a voar quando viu uma cerejeira e perguntou:
-Posso fazer um ninho na tua copa?
-Não! – respondeu a cerejeira.
-Porquê? - perguntou o pardal aflito.
-Porque tu vais-me comer as cerejas! – gritou a cerejeira zangada.
- Mas, eu não gosto de cerejas – disse o pardal com medo.
A cerejeira estava muito zangada com ela própria, porque não deixou o pardal fazer um ninho na sua copa.
Por isso gritou pelo pardal:
-Pardal! Pardal!
O pardal veio e perguntou-lhe:
- O que foi? O que queres?
- Podes fazer um ninho na minha copa.
E o pardal fez.
Sentia-se feliz com o seu ninho no alto da cerejeira.
 
Ricardo
 

 

 
O Carnaval na escola da Margarida
Era Carnaval na escola da Margarida!
A directora da escola convidou dois palhaços: o palhaço – rico e o palhaço – pobre.
Quando os palhaços entraram no palco, algumas crianças começaram a chorar, a  Margarida também.
Os palhaços para os alegrar deram-lhe chupas e rebuçados.
A seguir, os palhaços precisaram de duas ajudantes. As suas ajudantes foram a Margarida e a sua irmã.
As meninas, quando terminaram de ajudar os palhaços receberam dois xilofones, um para cada uma.
Estava a chegar o fim da festa. Os palhaços para recordação tiraram uma fotografia com cada aluno.
As meninas quando chegaram a casa contaram tudo à mãe.
Tinha sido um dia feliz!
 
Beatriz

 
 
A Primavera
 
Na Primavera
Nasce o girassol
Pudera
Acaba a chuva e vem o sol.
 
As árvores dão fruto
O ar é perfumado
Os passarinhos cantam
Não há nada parado.
 
 Bárbara
 
Na Primavera
há muita alegria
os dias crescem
e os campos florescem.
 
Também nesta estação
vêm as aves
que emigrarão
no final do Verão.
 
É nesta estação
que os passarinhos
são engraçados
constroem os seus ninhos
com mil cuidados.
 
Beatriz
 
Três meses de Primavera,
Meses de flores,
Para mim é bom a Primavera
Porque começa o calor.
 
Primavera
Tempo de flores,
Ouvem-se os pássaros a cantar
As crianças a brincar.
 
Vanessa
 
A Primavera é a primeira
Estação do ano.
As flores nascem, há mais
Borboletas coloridas, mais sol.
 
Na Primavera há
A festa da Páscoa
A cruz vai
A nossa casa. 
 
Maria
 
A Primavera cheira muito bem.
É uma estação tão
linda.
 
A Primavera cheira : flores,
Amores, felicidade, árvores,
Pólen das flores…
Na Primavera
Tudo está florido.
Eu adoro a Primavera!
 
José Carlos
 
A Primavera
Faz abrir as flores,
Dias de Sol muito
Brilhantes.
Fazem as crianças
Sorrirem.
Cheira a flores bonitas
O pólen dos girassóis
Sorri às flores.                         
 
Cláudio
 
Já chegou a
Primavera
Vestida de cor
Tão verde,
da cor da erva
traz uma esperança
0 amor.
 
A Primavera chegou!
Traz a cor do céu
Azul.
 
Quando Chega a
Primavera
Fica mais belo o
Jardim
Muito colorido.
Quem dera
Que a Primavera fosse sempre assim.
 
Vou sentir na
Primavera
aquele amor.
 
 
Rita
 

Conto colectivo
 
 
Era uma vez, duas amigas: a abelha Maia e a rosa Flor que andavam a brincarem no jardim da Sr.ª dona Amélia.
A abelha Maia pousou-se em cima da rosa Flor para colher o pólen.
As duas começaram a conversar.
-Bom dia, abelha Maia – disse a rosa Flor.
-Bom dia, querida rosa Flor. respondeu a abelha Maia.
- Como estás?
-Estou mal porque tenho pouco pólen. – disse muito triste a rosa Flor.
- Porquê? Não estejas triste. – disse a abelha Maia.
-Tenho pouco pólen porque esta noite o vento soprou forte e o pólen foi pelo ar. - justificou-se a rosa Flor.
- Deixa lá isso. Não te preocupes.
Vou procurar pólen às outras flores. – disse a abelha.
- Obrigada Maia por compreenderes a situação – agradeceu a rosa Flor.
- Adeus, amiga. Tenho que ir fazer o mel! – despediu-se a abelhaMaia.
- Adeus, Maia. Boa viagem. – disse a rosa acenando.
- Até à próxima.
E lá foi voando a abelha Maia até à colmeia.
 

 

 

      1 De Abril – Dia das Mentiras
 
Hoje é dia das Mentiras
Vamos todos arranjar
Umas mentiras grandes
Que ninguém nos vai ralhar!
 
Vou dizer que um elefante
Com uma pequena sacola
Está lá fora no recreio
Querendo entra na nossa escola!
 
Ou, então, que comi ontem
Um gelado à sobremesa
E por ser tão grande
Subi para cima da mesa!
 
Posso ainda contar outra:
Tenho um amigo, o Zé,
Que dorme sempre numa rede
Com uma flor no pé!
 
Diana e Hélder